Leitura por mandato, em três camadas que não se misturam: o índice e os itens que mais o moveram (nota de 0 a 100, 0 = pior valor do Brasil em 1995-2024, 100 = melhor, direção já virada); o Brasil contra a América Latina na mesma fonte (a diferença Brasil menos referência no ano anterior à posse e no último ano do mandato); e, abaixo, cada indicador na sua unidade. Descrição, não nota de governo: tendências seculares e choques mundiais entram em tudo.
O que cada governo recebeu e deixou, indicador por indicador, na unidade de cada um: à esquerda o último valor publicado antes da posse, à direita o último do mandato. Clique numa linha para abrir o gráfico.
Para cada série, item do índice e régua de produto: a variação desde 1995, nos últimos 20 anos, nos últimos 10 anos e no mandato corrente, lida com a direção declarada. A bandeira marca quando a leitura de ponta a ponta e a de uma janela recente discordam: é exatamente o caso em que "melhorou" esconde "piorou". Estável = variação abaixo de 1% do valor inicial.
Cada item recebe uma nota de 0 a 100: 0 é o pior valor do Brasil entre 1995 e 2024, 100 é o melhor, com o sinal já virado para que "mais alto é sempre melhor" (homicídio, inflação e dívida entram invertidos). As áreas são a média dos seus itens e o índice é a média das áreas. Duas versões: o núcleo consensual (itens com direção estabelecida na literatura) e o núcleo mais o bloco de premissas econômicas declaradas pelo autor (indústria no PIB, consumo do governo, abertura comercial, propriedade estatal).
O índice é calculado mês a mês: os itens mensais (inflação, salário mínimo, desemprego, dívida bruta, endividamento das famílias) movem o índice dentro do ano; os anuais entram como degrau. Cada candle anual abre no índice de dezembro anterior, fecha no de dezembro, e o pavio vai do pior ao melhor mês. No intervalo mensal, o candle abre no mês anterior e fecha no mês.
Sem imputação: um ano com menos de 70% dos itens publicados fica sem índice. A camada "último valor carregado" é o cenário pré-registrado em que o item sem dado toma o último valor publicado; serve para ver 2025 e 2026, e é cenário, não o índice.
Pesos: cada área importa igual; o ajuste por importância efetiva não convergeu e vale o peso nominal igual, declarado. A robustez sorteia 10.000 vetores de pesos e diz em que faixa o fechamento de cada mandato cai e com que frequência a posição se mantém. Dez dos itens são tendências seculares (expectativa de vida, mortalidade infantil, PIB per capita), e um índice de "distância ao melhor já visto" sobe com o tempo por construção: o fechamento dos mandatos recentes carrega isso. Não é mérito; é o que a regra mede.
O candle é um ano numa taxa que sobe e desce de verdade: abre no valor de dezembro anterior, fecha no de dezembro, pavio do menor ao maior mês. Níveis que só sobem (preços, dinheiro em caixa) não ganham candle. Linhas de método antigo e novo correm juntas e o vão entre elas é a mudança de método. Marcos amarelos são datas com fonte primária. Faixas de fundo são os governos.
Na aba "Por governo", cada célula mostra o último valor antes da posse e o último do mandato, com as datas, máxima e mínima. Quando a forma de medir mudou dentro do mandato, a célula mostra os valores por base e fica sem "início -> fim". O ponto amarelo avisa que houve mudança de método, de regra ou de edição no mandato: aviso sobre o dado, nunca sobre o governo.
Os 39 itens do índice têm gráfico próprio, cada base de método como sua linha (a nota do índice usa a série encadeada pela sobreposição medida; o gráfico nunca emenda). "Brasil e o mundo" desenha o Brasil ao lado do mundo, da América Latina e Caribe e dos países de renda média-alta, lidos da mesma série da mesma fonte; a leitura é a diferença Brasil menos referência.
Na leitura por governo, três camadas separadas: o índice e os itens que mais o moveram (pontos de 0 a 100, janela do candle de mandato: ano anterior à posse até o último ano do mandato; 2016 é ano partido e conta para Dilma e para Temer); o Brasil contra a América Latina; e a grade de cada indicador na sua unidade. Nenhuma delas é nota de governo: tendências seculares e choques mundiais entram em todas.
A aba "Estudos" é a única camada que fala de causa, e fala pela boca dos autores: artigos revisados por pares, em periódico Q1, sobre o Brasil, com desenho de identificação nomeado no resumo, achados por um protocolo de busca selado antes de buscar (emendas 07 a 10, quatro rodadas publicadas com seus números). Tudo que a busca devolveu está listado com o motivo da exclusão. Não há nota, soma nem veredito.
Regras escritas antes de olhar os resultados (pré-registro e emendas 01 a 09, com hash em cadeia). Nenhum número é estimado.